Sertanejo Gusttavo Lima é acusado de crime ambiental

Reprodução/Instagram/gusttavolima
Após a enorme repercussão negativa da declaração de Gusttavo Lima a respeito do porte de armas de fogo no Brasil, o cantor sertanejo se envolveu em mais uma grande polêmica.
Dessa vez, ele foi indiciado por ampliar de forma irregular a represa do Rio Meia Ponte em uma de suas propriedades.
A ampliação irregular teria sido realizada em uma fazenda do cantor localizada perto da cidade de Goiânia, no estado de Goiás, mas essa informação ainda não foi confirmada pela Polícia Civil.
Gusttavo e outras três pessoas foram acusados de crime ambiental nesta quarta-feira (28), pela Polícia Civil.
Crime Ambiental
De acordo com o delegado Luziano Carvalho, responsável pelo caso, em novembro do ano de 2017, o Comando de Policiamento Ambiental da Polícia Militar esteve na fazenda de Gusttavo Lima e constatou as obras irregulares.
A ampliação da represa foi realizada sem licença da Secretaria do Meio Ambiente. Mesmo após ser alertado pelo Policiamento Ambiental, o sertanejo prosseguiu com as obras, caracterizando um crime ambiental.
O artista e as outras três pessoas envolvidas podem ser enquadradas no artigo 60 da Lei 9605/98, que trata de crimes ambientais.
Se condenados, os envolvidos poderão pegar até seis meses de detenção e ainda terão que arcar com uma multa pelos danos ao meio ambiente.
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