“Operação Red Sparrow” honra legado dos bons thrilles de espionagem

Reinaldo GliocheCom Jennifer Lawrence inspirada, e à vontade em uma impactante visual e narrativamente cena de nudez, filme se comunica com que aprecia um gênero de filme que parece ter desaparecido da Hollywood modernaJennifer Lawrence é uma das raras atrizes que conseguem formatar um filme em torno de si. “Operação Red Sparrow”, que a reúne com Francis Lawrence, seu diretor nos três últimos “Jogos Vorazes”, é um thriller de espionagem muito bom. Requintado, com ótimo elenco, um ritmo oitentista, atmosfera de guerra fria, roteiro esperto e uma personagem feminina fortíssima.Leia também: Esquisitice de “Trama Fantasma” adorna história de amor e conflito de gêneros Jennifer Lawrence brilha como a espiã dúbia de Operação Red SparrowFoto: DivulgaçãoSão características que mesmo astros veteranos da indústria penam para conseguir em um projeto. É inegável que “Operação Red Sparrow” tem arestas. Há manobras e desdobramentos que clamam por condescendência do público e o roteiro leva a dubiedade da espiã vivida por Lawrence ao limite (com alguns dividendos positivos e outros questionáveis), mas no geral se trata de um thriller salutar que honra o legado de bons filmes de espionagem como “Sem Saída” (1987), “O Espião que Sabia Demais” (2011), “Caçada ao Outubro Vermelho” (1990), Leia a notícia completa

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